Há algum tempo, os estudiosos de Programação Neurolinguística (PNL) sabem que a fisiologia, ou o estado fisiológico do corpo define comportamentos e atitudes.
Mas cada vez mais os pesquisadores têm feito pesquisas e se deparado com a determinância disso no que chamamos de POSTURA.
A postura é resumidamente o modo como nos colocamos corporalmente. Ela faz parte da nossa expressão corporal. Sabemos que o ser humano deve buscar uma postura ereta, firme e bem colocada.
Quando usamos a postura aliada aos gestos, chamamos isso de Linguagem corporal e em apresentações em público isso pode ser decisivo para o aumento da sua performance como orador.
Se você é um iniciante em oratória ou já tem alguma experiência, creio que é interessante você se preocupar com isso.
Daí pergunto: Como está a minha postura em apresentações?
Para você dar uma boa avaliada nessa questão, peço que faça um exercício.
Pegue seu smartphone e grave a si mesmo explanando sobre algum assunto. Depois, assista e peça a algum colega ou membro da família para te avaliar.
Aliás, você já se viu num vídeo? Viu como as pessoas te veem? Faça isso.
Você vai entender melhor o que estou querendo dizer, lendo abaixo o resultado da pesquisa científica conduzida pela Amy Cuddy como comentei no início desse texto.
Veja a seguir:
Pontos Determinantes na Expressão corporal
Algo interessante de se falar é que a pesquisa de Amy Cuddy mostrou que quando uma pessoa fica numa postura ereta e de braços cruzados, ou mesmo qualquer postura dominante (exemplo com as duas mãos na mesa, imitando um chefe – veja imagem acima) os níveis de confiança aumentam bastante.
Mas como isso foi comprovado?
A pesquisa (experimento) foi feita colhendo a saliva dos participantes antes de fazer a postura dominante (ou não) e depois dos candidatos terem feito a postura sugerida previamente.
As pessoas pesquisadas, deveriam manter a postura acordada durante 2 minutos. Após esse período, os pesquisadores colhiam novamente a saliva.
Os resultados mostraram que em posturas dominantes (Ex: veja a imagem o Mick Jagger no início desse texto) tiveram seus níveis de testosterona aumentados.
Ao mesmo tempo, quando as pessoas foram colocadas em posições de dominadas, como por exemplo, com a cabeça abaixada como se estivesse sentido dor ou com medo, os níveis de testosterona diminuíram.
Incrível não?
Então, antes de entrar numa entrevista de emprego, de fazer uma apresentação em público ou mesmo antes de gravar um vídeo, estabeleça uma posição dominante por 2 minutos e sua autoconfiança aumentará bastante.
OBS: Mas faça o dever de casa…
No caso de uma apresentação, se você ensaiou, tem o conhecimento do tema etc. este exercício de postura irá potencializar os seus resultados!
Essa técnica também é útil no caso da temida entrevista de emprego.
Outros autores também defendem a linguagem corporal como determinante (ex: Pierre Weil e o maior coach da atualidade: Tony Robbins).
Isso é mágico não? Se a sua postura muda, você como um todo muda (A postura MUDA A MENTE!)
E aí gostou das dicas? Eu deixei links ao longo desse artigo, onde você pode ter mais insights sobre o tema desse post.
Adicionalmente você pode ver este vídeo que indico sobre Persuasão.
Recomendo fortemente que você invista em aumentar o seu nível de influência, principalmente na hora de se apresentar em público. Acho que você vai gostar.
Participe aqui do blog. Deixe um comentário com as suas dificuldades ou com a sua experiência de forma que possa ajudar cada vez mais pessoas.
Obrigado por ler! 🙂
Você está pronto para liberar todo o seu potencial para influenciar pessoas?
Então adquira o meu curso online As 5 Esferas da Influência por um preço (MUITO) especial. Clique na imagem abaixo:
Oi Felipe, obrigado por contribuir aqui no blog. Eu pesquisei há um tempo sobre cortisol e ele é considerado basicamente como o hormônio do stress. No caso das posturas dominantes, o cortisol aumenta. A função dele é ativar respostas do corpo ante situações de emergência para ajudar a resposta física aos problemas, aumentando a pressão arterial e o açúcar no sangue, propiciando energia muscular. No final, isso mostrou no estudo de Cuddy, que as pessoas ficaram mais preparadas para a entrevista.
Deixe um comentário